
Análise prática de RE Requiem rodando em PC, notebook e Steam Deck; descubra onde o jogo oferece equilíbrio entre gráficos, fluidez e portabilidade.
Introdução: o choque de preferências
Resident Evil Requiem se tornou o título mais vendido da franquia em menos de um mês, com mais de seis milhões de cópias vendidas no lançamento. Ainda assim, a grande surpresa do autor foi a forma de jogar, não o hardware da sala.
O motor por trás do pesadelo
A RE Engine continua sendo uma das plataformas mais versáteis da geração. Com o hardware certo, entrega gráficos quase fotorrealistas e ainda escala bem em máquinas menos potentes quando os presets são ajustados. A otimização para várias plataformas, incluindo menção a performance em outros dispositivos, mostra a robustez do motor.
Os aparelhos em análise
Para a experiência, comparei três formatos: PC de alto desempenho, notebook moderno e o Steam Deck clássico.
- PC: rig pré-montado pela PCSpecialist, conectado a um monitor LG Ultragear 4K. A configuração automática é conservadora; com path tracing ativado houve quedas de desempenho. Desligando o path tracing ou ajustando as opções, o jogo manteve perto de 100 fps com DLSS Balanced e 2x frames gerados.
- Notebook: 2025 Razer Blade 16 com RTX 5090 Laptop e 24 GB de VRAM. A tela de 16 polegadas tem 2560×1600 e 240 Hz. Em configurações altas, alcançou cerca de 115 fps usando DLSS Quality e 2x frame gen; a performance acompanha a limitação de RAM em comparação ao desktop.
- Steam Deck (OG): modelo com tela LCD e SSD substituído para 1 TB. Rodando em Medium com upscaling, ficou entre 30–40 fps. Cenas escuras podem parecer lavadas e as quedas de frame aparecem em ações mais rápidas.
DLSS, frame generation e cada plataforma
O jogo suporta DLSS com geração de frames de forma nativa, ativando por padrão quando o path tracing está ligado. Na prática, manter o frame gen em 2x ofereceu o melhor equilíbrio entre clareza e fluidez, reduzindo ghosting e halos sem sacrificar desempenho. Vale notar que a versão atual não oferece suporte ao modo de frame gen de 6x da DLSS 4.5.
Conclusão: qual plataforma compensa mais?
Para quem busca qualidade visual máxima, o notebook entrega o melhor equilíbrio entre imagem e taxa de quadros, chegando aos ~115 fps com DLSS Quality e frame gen ativo. O PC continua excelente para 4K, desde que ajustes o path tracing para manter próximos a 100 fps.
O Steam Deck é a opção mais acessível e portátil, mas impõe compromissos de fidelidade gráfica e estabilidade de quadros. No fim das contas, Requiem se mostra impressionante em qualquer hardware.
E você, qual hardware prefere para jogar Requiem e por quê? Deixe seu comentário e conte qual configuração você usa.
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