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Tides of Tomorrow: nova build no Steam Deck desperta curiosidade sobre replay e desempenho

Tides of Tomorrow: nova build no Steam Deck desperta curiosidade sobre replay e desempenho

Análise da preview de Tides of Tomorrow no Steam Deck: jogabilidade mais polida, o sistema Story-Link e os desafios de desempenho e duração.

Neste artigo
  1. Gameplay mais polido na build atual
  2. Story-Link: seguir outros jogadores para moldar o seu mundo
  3. Desempenho no Steam Deck
  4. Considerações finais

Gameplay mais polido na build atual

Depois de testar Tides of Tomorrow no Steam Deck em outubro, a nova build chega com mais refinamento. As ações parecem mais diretas e rápidas, mudando de uma abordagem furtiva para um ritmo mais voltado à ação, sem perder o foco narrativo.

O jogo continua sendo fortemente narrativo, com combates apresentados por opções de diálogo que resolvem os conflitos sem exigir muita ação. A progressão parece mais ágil e fluida.

Story-Link: seguir outros jogadores para moldar o seu mundo

O destaque fica para o Story-Link, um recurso que permite acompanhar as escolhas de outro jogador, aleatório ou de um streamer, para ver como o mundo reage às decisões dele. A ideia anima a replayability, mas a história em si parece simples e relativamente curta.

O Story-Link está ainda mais entrelaçado na build atual, com avisos frequentes de como as ações do jogador anterior impactam a sua experiência e como as suas escolhas influenciarão quem vier depois.

Vale notar que a versão de preview exige uma conexão com a internet para jogar.

Desempenho no Steam Deck

No estágio de preview, o desempenho ficou aquém do ideal em áreas como Scrap Harbour, com quedas próximas ou abaixo de 20 FPS, prejudicando a jogabilidade para muitos.

Marketland ficou na casa dos 20 FPS, repetindo a tendência da build anterior. Em alto mar, há trechos que ultrapassam 40 FPS com certa regularidade, mas isso é a exceção.

Parece que o jogo roda em configurações baixas, com escalonamento de resolução perceptível e artefatos em objetos em movimento, o que impede uma experiência plenamente jogável. O consumo de energia ficou entre 22 e 23 W durante a sessão.

Considerações finais

A promessa do Story-Link é cativante para uma única passagem, mas depende dele para sustentar múltiplas jogadas, já que a narrativa em si parece curta. A ideia de replay é interessante, mas resta saber se a história compensa as diferentes escolhas.

Se você leu até aqui, conte nos seus pensamentos: o Story-Link seria capaz de te manter voltando para novas jogadas, ou você prefere uma narrativa mais robusta? Compartilhe nos comentários sua opinião.

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